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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2005
“ Crónica de uma morte anunciada “
Desde o início, sabia-se que o Sr. Claro ia morrer politicamente. O problema é o como e o porquê. Só o estilo poderia manter o interesse por uma trama que se desfiava na primeira linha. O Sr. Candidato do PS tinha certeza disso. E o estilo que escolheu - ou que as circunstâncias exigiram - foi o da pura demagogia. Mesmo na cena final, o Sr. Claro esfaqueado pelos seus próprios camaradas, preocupados em vingar a desonestidade e desrespeito com algumas escolhas pessoais, dispensam adjectivos. Ainda assim, é de uma desconcertante beleza. A estrutura montada sob a inexorável marcha do destino, da qual o Sr. Claro é vítima, dá a estas eleições na perspectiva socialista uma autêntica dimensão de tragédia.
Toda a gente sabia – à excepção de alguns bajuladores, fundamentalistas e ortodoxos – que o candidato socialista (mas pouco) de Valpaços ia perder estas eleições, pelas escolhas que fez para o acompanhar, por aquilo que representa ou mesmo pelas suas propostas mentirosas e demagógicas. Mesmo assim, ele seguia o seu caminho - ignorando as pessoas e fazendo delas burras -, no propósito de que tudo era válido para atingir o objectivo final. De porta em porta, - como vendedores de falsas morais ou mesmo enciclopédias - lá ião pregando e lamentando-se do que seria o seu próprio final, usavam de tudo, pequenas ofertas, discursos inflamados, ódio, violência, incoerência e até desrespeito pela lei. A este propósito de desrespeito pela lei com vem aqui referir que no dia do acto eleitoral e no dia de reflexão, é totalmente proibido fazer qualquer tipo de campanha eleitoral - incluindo aqui as mensagens de telemóvel -, bem como permanecer junto das mesas de voto a falar de opções partidárias.
Com toda essa azafama, lá ia esse senhor, caminhando para o abismo – vendendo a banha da cobra e prometendo o céu e a terra -, por mais estranho que pareça ninguém parecia preocupado em avisá-lo ou mesmo salvá-lo, antes pelo contrário, todos estavam empenhados em que batesse o record do candidato mais vencido na história deste concelho.
Como perdedor nato que é, e incapaz de lidar com esse facto, faz como os ratos, quando o barco mete água é o primeiro abandoná-lo, mais uma vez não assumindo as responsabilidades que os seus eleitores lhe conferiram. Não assume o lugar de Vereador, não resolve as depressões das mil pessoas a quem já tinha prometido emprego e rejeita a defesa das posições do seu partido, junto do novo poder eleito.
Agora que esse senhor já esta politicamente morto, resta ao PS enterra-lo (para tal deve retirar rapidamente os cartazes de campanha, pois os cerca de doze mil eleitores da nova maioria sentem-se enjoados e irritados quando têm que dar de caras com eles) e velar, para que o seu espírito não os venha a apoquentar futuramente, tal como aconteceu em tempos passados – mas com outros protagonistas – no PSD.


Flavius II
publicado por FlaviusII às 11:59
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1 comentário:
De Joo XXI a 14 de Outubro de 2005 às 12:35
Muito bem Flavius II! Não te esqueças que entretanto quem está na berlinda, agor, sois vós! Por isso, juizinho, caso contrário, daqui a quatro anos o vosso destino vai ser o mesmo do Mirocas.
Que Deus vos ilumine o caminho

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