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Sexta-feira, 10 de Março de 2006
Adeus!
O dia porque você tanto esperava, está finalmente a chegar. Vai demitir-se, e deixar tudo aquilo para trás. Mas falo em grande estilo. Não se deixe levar pela emoção do momento caindo em discussões e lavagem de roupa suja com os seus colegas ou com os seus amigos. Dê a volta ao assunto, e saia de cabeça erguida!
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste, ou talvez não!
Triste! Sim. Estou a lembrar rapidamente alguns bons momentos passados como por exemplo: as Presidências abertas feitas no Governo PSD; a irresponsabilidade perante o Governo de António Guterres; o povo de Canas de Senhorim; os mimos dados a um oficial da GNR em frente às câmaras de Televisão; os malabarismos para colocar no Governo o Partido Socialista; o promulgar de leis emanadas do Partido Socialista.
Tudo isto! Claro, fruto de uma ingénua simplicidade, cultivada por uma imagem, que os meios de comunicação teimam em fazer passar.
Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de Carnaval - uma pessoa perde-se da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.



Flavius II
publicado por FlaviusII às 12:31
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