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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006
Indignações
- “Instada na Maia acerca da assustadora realidade da violência nas escolas, que há muito faz parte do quotidiano de professores, funcionários e alunos, mas que só agora, em virtude de uma reportagem da RTP, chegou à agenda mediática, a ministra da Educação limitou-se a dizer que "está atenta". Podemos, pois, ficar tranquilos. Só até Abril deste ano, a PSP já detectou, em escolas de todo o país, 50 armas na posse de alunos, facas, navalhas, mas também sete armas de fogo, mas a ministra está atenta. Os furtos e roubos multiplicam-se, mas a ministra está atenta. Em mês e meio, a PSP instaurou 22 processos por venda de álcool a menores nas proximidades de escolas, apreendeu 40 doses de cocaína, 52 de heroína, 1498 de haxixe e recebeu 49 queixas de atentado ao pudor, mas a ministra está atenta. No ano lectivo 2004/2005, o próprio Ministério registou mais de 1200 agressões no interior das escolas (às vezes dentro da sala de aula) e 191 alunos, professores e funcionários tiveram que receber tratamento hospitalar, mas não temos que nos preocupar porque a ministra está atenta. E, provavelmente, virá um dia destes a público dizer que a culpa é dos professores e que a coisa se resolve pondo os pais dos delinquentes a avaliar a sua competência.”

In “ JN “ de 06/06/2006

- O país começa a arder. O que faz o governo?
Após ter passado meio ano a anunciar medidas (propaganda) para combater os incêndios deste Verão, constata-se que efectivamente a realidade é bem diferente. Logo no primeiro grande incêndio do ano, os tão propagandeados meios ninguém os viu, e se por acaso não tem sido o avião(zito) que os nossos vizinhos espanhóis nos enviaram por piedade, a desgraça teria proporções ainda maiores. Tal como o povo que virou as costas ao infeliz do Secretário de Estado que os visitou, porventura para não lhe fazerem algo pior, apetece-nos a todos (talvez) perguntar ao Sr. Primeiro-ministro algumas coisas.
Onde estavam os meios de detecção de incêndios?
Onde estavam os anunciados e recém constituídos membros de intervenção rápida da GNR?
Onde estavam os meios de apoio a primeira intervenção, nomeadamente os helicópteros de primeira intervenção?
Onde estavam os meios aéreos pesados de apoio ao combate, nomeadamente os adquiridos este ano?
Que coordenação existiu, que não disponibilizou os meios materiais e humanos para o combate logo na fase inicial?
Será que o Sr. Primeiro-ministro, tal como fez no passado recente, se prepara para ir de férias quando as chamas apertarem?




Flavius II
publicado por FlaviusII às 16:50
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