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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005
“ Bocas … “
- Alguns dias atrás, foi publicado num jornal diário nacional um artigo com o titulo “ PIDDAC revolta políticos de Bragança e Vila Real ”. Com alguma curiosidade, fui ler o referido artigo pensando eu, encontrar algum comentário de indignação por parte dos deputados socialistas, eleitos pelo distrito. Nada, desses senhores nem um comentário, uma tomada de posição publica ou qualquer outra forma de discordância. Para quem não sabe, o PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) é a grosso modo, o que o Governo central prevê investir com fundos do Orçamento do Estado e Comunitários nos diversos distritos. Assim, o investimento que o Governo pretende realizar no ano de 2006 no nosso distrito sofreu cortes na ordem dos 70 ou 80%, relativamente a anos anteriores, chegando mesmo a ser ridículo como é o caso de Vila Pouca de Aguiar, em que está inscrita uma verba para o concelho de 6.000€. Chaves, não foge a regra e os investimentos a realizar são quase nulos, não por falta de empenhamento do município, mas sim por autoritarismo, prepotência, e discriminação do Sr. Eng. Sócrates e seus representantes na região.

- Consta-se que em relação a este mesmo PIDDAC e às medidas que o governo tem tomado, a Deputada (fantasma) de Chaves que ninguém conhece, viu ou ouviu falar, irá finalmente falar aos flavienses, não se sabe quando, como e porquê. Irá tornar publico, um eventual pedido de demissão? Demissão! Sim, por não concordar com o PIDDAC do Distrito ou ainda por ter um peso na consciência com o que o seu Governo está a fazer aos seus ex-colegas professores, enfermeiros, funcionários judiciais, funcionários públicos, agricultores, policias, etc.. Provavelmente a sua coragem não lhe permite chegar a tanto, pois teria que abdicar do chorudo vencimento, das regalias sociais e do estatuto que o cargo lhe confere.

- Será que o Sr. Presidente do Partido Socialista não vai reconhecer os bons serviços prestados ao país e, mais concretamente ao povo flaviense, pelo Sr. que acabou de perder as eleições, que é simplesmente o mais derrotado na historia politica local, aquele que mais uma vez não tem coragem para assumir o lugar para o qual foi eleito e, como tal vir a atribuir-lhe um cargo, o que o povo vulgarmente costuma chamar “Tacho”. É esperar para ver!!!!!

Flavius II
publicado por FlaviusII às 16:57
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2005
Novas Rubricas

Este blog, vai lançar duas rubricas novas “Bocas” e “Indignação”. Estas servem não só para eu me  expressar, como para alguém que queira deixar aqui o seu estado de espírito. Os temas são livres.


Devem ser enviados os textos para o mail FlaviusII@sapo.pt com indicação do nome da rubrica, assinados, e com autorização para uma eventual publicação na rubrica O Burgo de Flavius II no semanário local.


Não haverá censura desde que os factos sejam verídicos e a linguagem seja apropriada.  


 


 


Flavius II

publicado por FlaviusII às 00:05
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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2005
“ Crónica de uma morte anunciada “
Desde o início, sabia-se que o Sr. Claro ia morrer politicamente. O problema é o como e o porquê. Só o estilo poderia manter o interesse por uma trama que se desfiava na primeira linha. O Sr. Candidato do PS tinha certeza disso. E o estilo que escolheu - ou que as circunstâncias exigiram - foi o da pura demagogia. Mesmo na cena final, o Sr. Claro esfaqueado pelos seus próprios camaradas, preocupados em vingar a desonestidade e desrespeito com algumas escolhas pessoais, dispensam adjectivos. Ainda assim, é de uma desconcertante beleza. A estrutura montada sob a inexorável marcha do destino, da qual o Sr. Claro é vítima, dá a estas eleições na perspectiva socialista uma autêntica dimensão de tragédia.
Toda a gente sabia – à excepção de alguns bajuladores, fundamentalistas e ortodoxos – que o candidato socialista (mas pouco) de Valpaços ia perder estas eleições, pelas escolhas que fez para o acompanhar, por aquilo que representa ou mesmo pelas suas propostas mentirosas e demagógicas. Mesmo assim, ele seguia o seu caminho - ignorando as pessoas e fazendo delas burras -, no propósito de que tudo era válido para atingir o objectivo final. De porta em porta, - como vendedores de falsas morais ou mesmo enciclopédias - lá ião pregando e lamentando-se do que seria o seu próprio final, usavam de tudo, pequenas ofertas, discursos inflamados, ódio, violência, incoerência e até desrespeito pela lei. A este propósito de desrespeito pela lei com vem aqui referir que no dia do acto eleitoral e no dia de reflexão, é totalmente proibido fazer qualquer tipo de campanha eleitoral - incluindo aqui as mensagens de telemóvel -, bem como permanecer junto das mesas de voto a falar de opções partidárias.
Com toda essa azafama, lá ia esse senhor, caminhando para o abismo – vendendo a banha da cobra e prometendo o céu e a terra -, por mais estranho que pareça ninguém parecia preocupado em avisá-lo ou mesmo salvá-lo, antes pelo contrário, todos estavam empenhados em que batesse o record do candidato mais vencido na história deste concelho.
Como perdedor nato que é, e incapaz de lidar com esse facto, faz como os ratos, quando o barco mete água é o primeiro abandoná-lo, mais uma vez não assumindo as responsabilidades que os seus eleitores lhe conferiram. Não assume o lugar de Vereador, não resolve as depressões das mil pessoas a quem já tinha prometido emprego e rejeita a defesa das posições do seu partido, junto do novo poder eleito.
Agora que esse senhor já esta politicamente morto, resta ao PS enterra-lo (para tal deve retirar rapidamente os cartazes de campanha, pois os cerca de doze mil eleitores da nova maioria sentem-se enjoados e irritados quando têm que dar de caras com eles) e velar, para que o seu espírito não os venha a apoquentar futuramente, tal como aconteceu em tempos passados – mas com outros protagonistas – no PSD.


Flavius II
publicado por FlaviusII às 11:59
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2005
Reflexão

Quando este artigo for publicado, provávelmente, já estaremos em período de reflexão ou então muito próximo dele. Era sobre esta reflexão que gostaria de centrar hoje a minha escrita. O dia de reflexão é aquele que antecede o dia da votação e tem como finalidade proporcionar aos eleitores, um tempo de meditação, livre de, pressões, campanhas e actos, políticos. Como tal, o eleitor deve reflectir, antes de utilizar a única arma que tem em democracia. O voto. Com ele tem-se a possibilidade de alterar ou não o estado de uma nação, região ou mesmo cidade. Ultimamente no nosso país, pouco ou nada nos tem servido, a utilização desse mesmo voto. Se estávamos mal com o governo PSD, mais mal ficamos com o governo maioritário PS.


As altas expectativas criadas nas anteriores eleições legislativas, depressa foram goradas pois, o governo do PS só tem pautado a sua conduta por uma arrogância, mentira, prepotência e abuso de poder. Estamos numa altura em que o governo decretou oficialmente a abertura da “caça às bruxas” e que o seus principais inimigos são os funcionários públicos e os trabalhadores por conta de outrem. Esquece-se ele, governo PS, que quem lhe deu a maioria absoluta para poder atacar e retirar os poucos direitos adquiridos, foram estes mesmos trabalhadores. A título de exemplo disto que tenho vindo a afirmar, deixo aqui transcritas e sem comentários, uma citação de um cronista de um Jornal Diário Nacional, “ … Se pensar bem há-de ter em qualquer sítio alguma coisa que lhe pode ser tirada para pagar o défice. Talvez, quem sabe?, a colecção de moedas ou a colecção de calendários. Já se coleccionar acções, ou conselhos de administração, pode estar sossegado que a política de austeridade não chega a tanto. Está mais virada para luxos como reformas, assistência médico-social, medicamentos, emprego e coisas do género….”


Com tudo isto, será que ainda é preciso reflectir para votar nestas eleições?


Os professores, os funcionários das finanças, hospitais, tribunais, os militares, médicos, enfermeiros e juízes, ainda não sabem o que fazer com o seu voto! Certamente, sabem que se o PS não levar uma fortíssima derrota nestas eleições, vai ter moral para agravar muito mais,  as suas políticas contra quem trabalha e contra os reformados.


            Como se não fosse suficiente para reflexão, só os factos transcritos, também localmente e porque de eleições locais se trata, é preciso que o PS local tenha uma derrota esmagadora, por forma a penalizar uma postura pautada pela mentira, falta de ideias e arrogância do seu líder.


Será preciso reflectir em Chaves para decidir, em quem votar?


Para algum indeciso que possa haver, transcrevo algumas boas razões para não votar no Sr. Claro.


O candidato socialista (mas pouco) de Valpaços que o PS local elegeu como líder e que o povo de Chaves não aceitou, omite a verdade, porque:


- Mentiu ao povo quando ocupou um lugar, durante dois anos, para o qual não havia sido eleito.


- Mentiu, quando finalmente foi eleito pelo povo líder da oposição e, não ocupou esse lugar, fugindo a sete pés. Pelos vistos, só o poder lhe interessa.


- Mente, quando apresenta algumas medidas avulso, afirmando ser um programa eleitoral.


- Mente ao apresentar medidas falsas, demagógicas, desprovidas de sentido e insultuosas para o comum cidadão flaviense.


- Mente quando quer transmitir a ideia de uma falsa união, em torno da sua candidatura.


Este político de triste figura não inspira confiança em ninguém. As suas ligações ao sector da construção civil poderão ser um facto, se assim não fosse, como se explicam os custos elevadíssimos da sua campanha eleitoral. A sua sede de poder para exercer a vingança sobre aqueles que se atravessaram no seu caminho, é por demais evidente, pois agora, limita-se a dar pontapés nos carros de propaganda política dos adversários!


            A reflexão deve ser importante para analisar, que o PSD pode não ser o melhor do mundo, pode até não ter os candidatos melhores do mundo, mas é inegável que se algo e, não foi assim tão pouco, foi feito nestes últimos anos, a eles se deve.  


            Para terminar este meu artigo, gostava de deixar aqui um apelo a todos os eleitores para não votarem PS, pois merece um voto de protesto, por todas as razões descritas e, porque fundamentalmente as politicas que tem vindo a desenvolver são uma farsa. O PS local, não merece o voto pelo candidato que nos apresentou e tudo aquilo que ele representa, pela ausência de um programa eleitoral sério e honesto capaz de trazer desenvolvimento ao concelho, pela incapacidade de se renovar trazendo gente com capacidades para ser alternativa ao poder actual.


 


Vá lá … não vote PS … diga basta!!!


           


 


Flavius II

publicado por FlaviusII às 20:05
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2005
Ultima noticia!!!!

Segundo fontes muito próximas do PS Chaves, estarão estes na posse de uma sondagem realizada no concelho de Chaves entre os dias 25 e 27 de Setembro,  a um universo de 613 eleitores, com mais de 18 anos e habitando em lares com telefone fixo.


 


O resultado é o seguinte:


 


 



 


PARTIDOS


 


 


 


 


MANDATOS


 


VALOR PERCENTUAL


 


PPD / PSD


 


 


4


 


50.33 %


 


PS


 


 


3


 


40.08 %


 


PCP – PEV


 


 


0


 


3.01 %


 


CDS – PP


 


 


0


 


1.10 %


 


Outros


 


 


0


 


0.02 %


 


Indecisos


 


 


0


 


5.46 %


 


 Nº Eleitores do concelho 43045


 


 


Notas de destaque


 


Não admira que na posse desta sondagem o PS local tenha desatado numa correria desenfreada em que tudo vale para conseguir votos, desde o insulto, à ameaça física, à mentira e demagogia barata, ao recrutamento de jovens na Escola de Artes e Ofícios para que o numero de elementos da campanha aumenta-se.


 


É de salientar que o PSD ganha com maioria absoluta e que o PS mesmo somando os votos dos indecisos não atinge o PSD.


 


Perante estes valores é necessário que a diferença se acentue ainda mais, pois é fundamental e  importante o voto de protesto, não só contra as falsidades das promessas do Sr. Claro, como também as mentiras e demagogias do Sr. Eng. Sócrates.


 


 


 

Flavius II
publicado por FlaviusII às 15:31
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COMPROMISSO ELEITORAL 2005/2009- PSD (Parte II)

XII – Preservação do Meio Ambiente


 


Através da reflexão social sobre a qualidade do meio ambiente no nosso Concelho contribuímos para a formação de uma consciência ambiental colectiva estabelecendo parcerias com diversos sectores de actividade e associações de profissionais.


Queremos que Chaves seja Cidade/Concelho Ecológico, onde o meio ambiente é encarado como um património único que nos obrigamos a legar às gerações futuras em condições de excelência.


 



  • Implementação da Agenda XXI local.

  • Pugnaremos pela criação da Área de Paisagem Protegida das Lagoas do Tâmega. 

XIII – Acessibilidades


 


Apostámos na melhoria das acessibilidades intra-concelhias, aproximando freguesias, alargando a rede de estradas e caminhos municipais a uma maior área geográfica e reduzindo as distâncias temporais entre as freguesias e a sede do Concelho.


 



  • A melhoria das acessibilidades do nosso Concelho passará também, no próximo quadriénio, pela construção do Aeródromo Intermunicipal Chaves/Valpaços.

  • Continuaremos a investir na execução de ligações intra-concelhias e inter-municipais.

XIV – Planeamento Territorial


 


Não pode haver qualidade de vida num território desordenado.


Em 2002-2005 iniciámos processos de ordenamento do território concelhio que concluiremos no próximo mandato.


 



  • Revisão do Plano Director Municipal (PDM):

  • Plano Estratégico de Desenvolvimento;

  • Plano de Urbanização Chaves/Norte;

  • Plano de Urbanização de Chaves/Centro.

  • Plano de Urbanização Chaves/Sul.

  • Plano de Pormenor de Santa Cruz/Outeiro Seco;

  • Plano de Pormenor do Parque Urbano Desportivo;

  • Gabinete Técnico Local (GTL) em Vidago para a elaboração de planos de pormenor e projectos de requalificação da Vila. 

XV – Valorização do Património Municipal


 


Efectivamos a inventariação do património municipal existente e, de acordo com as exigências relativas aos projectos que implementámos adquirimos imóveis e participações sociais em diversas empresas.


 


 


XVI – Transportes Colectivos


 


·        TUC – Transportes Urbanos de Chaves (reforçaremos a rede de transportes urbanos, através do aumento de linhas).


 


XVII – Bombeiros e Protecção Civil


 


Cumprindo a delegação de competências estatuída na legislação nacional, foram criados os organismos municipais de protecção civil. Cooperou-se com as corporações de bombeiros locais dotando-as de melhores meios de execução das suas tarefas.


 


·        Criação do Gabinete Municipal de Protecção Civil.


·        Reformulação do plano de emergência municipal


 


 


XVIII – Relacionamento Inter-Institucional


 


Estabelecemos relações de cooperação com as mais diversas instituições.


Em conjunto, estabelecemos plataformas de entendimento, superámos obstáculos e obtivemos financiamentos para o desenvolvimento Concelhio – nosso principal objectivo.


Desta capacidade de diálogo e entendimento resultaram realizações que há anos se reivindicavam.


 


Cooperação com Instituições Flavienses:



  • ACISAT,  ADRAT,  AMAT, RTATB, Santa Casa da Misericórdia

  • Confirmar Chaves como espaço central da  euro-região Galiza-Norte de Portugal.

 


XIX – Cooperação com Juntas de Freguesia


 


Reforçando o relacionamento entre o Município e as Juntas de Freguesia, estabeleceram-se protocolos de delegação de competências dando-lhes maior capacidade de intervenção e de resposta às necessidades das populações que representam.


Ao abrigo destes protocolos foi possível transferir, para as freguesias, o maior volume de verbas de sempre.


 


XX – Projecto Municipal de Cidadania


 


·        Fomentámos a Democracia participativa criando espaço e tempo de reflexão conjunta e procura de soluções para os problemas emergentes.


·        Continuaremos a apostar em projectos de cidadania activa que reforcem a democracia participativa.


·        Continuaremos a trabalhar no sentido de aproximar a autarquia dos munícipes num contexto moderno e funcional;


·        Criação do Gabinete do Munícipe (tendo-se já adquirido as respectivas instalações), concentrando num único local todos os posto de atendimento ao munícipe;


·        Facilitar o relacionamento do munícipe com a Autarquia (através da disponibilização de novas formas de acesso à informação e a processos);


·        Fomentar a qualidade dos serviços prestados (procurando encetar processos de certificação de qualidade e qualificando os recursos humanos da autarquia através de acções de formação);


·        Caminhar para um atendimento cada vez mais especializado.


 


XXI – Valorização do Património Municipal


 


Efectivamos a inventariação do património municipal existente e, de acordo com as exigências relativas aos projectos que implementámos adquirimos imóveis e participações sociais em diversas empresas.


 

publicado por FlaviusII às 12:50
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