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Sexta-feira, 29 de Julho de 2005
...
Neste início de pré-campanha para as eleições autárquicas o PS local começa já, ao seu melhor nível. Como nos é dado a conhecer através de algumas (das últimas) intervenções publicas, a estratégia é clara, o insulto pessoal e a insinuação parecem-me ser as armas que as pessoas desse partido vão utilizar contra os adversários políticos e em especial os candidatos do PSD.
Lamentavelmente um “alto” dirigente do PS local, ex-vereador e candidato ao mesmo cargo nestas eleições, publicou um artigo que além de não ser correcto nas suas afirmações tenta denegrir a imagem pessoal do seu adversário, candidato do PSD e actualmente presidente do Município.
“se João Batista for reeleito em Outubro, sê-lo-á num quadro em que, ainda que por razões diferentes, Ferreira Torres ganha a câmara de Amarante, Fátima Felgueiras a câmara de Felgueiras, Valentim Loureiro a de Gondomar, Isaltino Morais a de Oeiras e, então, temos de nos por todos em causa e reflectir para onde nos leva esta crise da democracia.”
Este artigo não mereceria qualquer abordagem se não fosse esta tentativa grosseira de insinuar comparações entre o Dr. João Batista e todos os outros citados. Como a família PSD se sente indignada e “quem não se sente não é filho de boa gente”, gostaria de lembrar aqui que a “crise da democracia” é evidente quando políticos com responsabilidades passadas e candidatos novamente a cargos públicos tem este comportamento.
Insultuosamente comparar o Dr. João Batista ou a sua gestão com Fátima Felgueiras ou com os outros citados é grave, quando o povo sabe existirem questões por esclarecer dos 12 anos de mandato socialista. Porque foram implantados dois Hipermercados? Porquê um deles foi implantado num terreno onde estava destinada a construção de uma Igreja? Porque foi construída uma bomba de gasolina junto de uma escola primária? Porque a muralha caiu a segunda vez?...
Ultimamente, além dos ataques pessoais também se têm passado algumas coisas um pouco estranhas e ninguém parece ter resposta para elas. Porque só agora e praticamente em cima das férias judicias foi interposta uma providência cautelar para parar as obras da muralha? Quem são os seus autores? Porque foi colocada uma acção judicial para parar as obras da nova localização industrial, quem a colocou e qual foi a decisão do tribunal? Enfim, estas são aquelas coisas sobre as quais não vou perder tempo.
Voltando novamente ao PS e aos ataques pessoais que os seus dirigentes têm feito, provavelmente eles são fruto da desorientação e da (des)motivação política dos seus candidatos.
É “claro” que eles não podem comparar:
- as obras realizadas em 12 anos da sua gestão, com 4 anos de gestão PSD
- a qualidade com que as mesmas estão a ser realizadas
- o investimento feito em 12 anos, com o investimento dos 4 últimos anos
- a capacidade de negociar junto do governo central
- os seus projectos (inexistentes), com os do PSD
Tal como o povo diz, “contra factos não há argumentos e as atitudes ficam sempre com quem as toma”. Este tipo de estratégias políticas e estes políticos só desprestigiam uma classe que por si só já anda pelas ruas da amargura. É urgente que os partidos de qualquer quadrante e os seus militantes tomem medidas para que este tipo de situações, não se criem.
Assim, é importante que o PS local e os seus candidatos elevem o debate publico e transmitam ao povo, aquilo que pensam e querem para esta região. Assumam o compromisso com o povo Flaviense, que se forem eleitos em Outubro próximo, não vão: admitir nem mais um único funcionário para a Câmara; rodear-se de secretários, assessores e pseudo-colaboradores, como fizeram no passado; exercer uma gestão despotista e autoritária; ceder ao clientelismo e aos grupos de pressão empresarial; deixar o concelho ao abandono, como anteriormente o fizeram; deixar de pensar no crescimento económico e para tal construir naves e trazer empresas do sector têxtil e calçado como prometeram no passado; ignorar os planos de pormenor e licenciar construções em tudo quanto é sitio; deixar de pedir ao vosso Primeiro Ministro que reponha e aumente as verbas que cortou do PIDACC; parar (como no passado) de apresentar projectos que se enquadrem dentro de um plano integrado de desenvolvimento turístico e empresarial da região; dotar ao abandono as freguesias nomeadamente aquelas que tiverem cor política diferente; deixar as freguesias sem saneamento, arruamentos e abastecimento publico de água.
Certamente que todos os Flavienses não são indiferentes a estas e outras questões e que sabem reconhecer como no passado recente, os que optam por boas e más politicas, e diferenciar os que fazem da política uma maneira de servir o povo e aqueles que da mesma politica só a usam para fins de projecção pessoal.


Flavius II




publicado por FlaviusII às 13:20
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2005
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Alguém publicou isto num Blog (fchavesmelo),

Agricultores mais apoiados
Governo atento às dificuldades dos nossos agricultores.
Decreto-Lei n.º115/2005
Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Dispensa por seis meses os titulares de explorações agrícolas de dimensão económica igual ou inferior a 12 unidades de dimensão económica (1 UDE igual a aprox. 1.200 euros) situadas nas áreas de influência das Direcções Regionais de Agricultura de Trás-os-Montes, da Beira Interior, do Ribatejo e Oeste, do Alentejo e do Algarve do pagamento das contribuições para o regime de segurança social dos trabalhadores independentes.
deixem-me rir, grande medida!!! Foi preciso esperar estes meses todos para ter a primeira medida tomada pelo governo PS. Provavelmente irá subir nas sondagens 2 ou 3 pontos percentuais, então se forem feitas aos agricultores o valor aumentara. Sabem à quanto tempo atrás isto foi anunciado? Não, então eu digo, 5 meses, repito para não ficarem duvídas, 5 MESES. Algum agricultor se enquadra nestas condições? Penso que não, mas haver alguns devem ser algumas dúzias, poucas a nível nacional. E, mesmo que esta medida venha a beneficiar alguém o resultado traduz-se em pouco mais de 500€. Ridículo não é, tanto alarido para nada.
Como esta, foram anunciadas mais algumas medidas; Dec. Lei a anunciar que este mandato não iríamos ter incêndios, só este ano temos mais 50% da área ardida em relação a qualquer ano anterior; Dec. Lei a acabar com os despedimentos, já ultrapassou em valor, qualquer ano transacto; Dec. Lei a proibir o aumento dos impostos; Dec. Lei a proibir as greves e Dec. Lei a acabar com os direitos dos trabalhadores.
Bem, de leis já chega pois estes governo tem trabalhado muito, mas à uma coisa que me mete confusão. Onde anda o Primeiro Ministro, os seus Ministros, e os Governadores Civis? Alguém os viu? Só para que se saiba, o Primeiro Ministro e alguns dos seus Ministros no ultimo mês apareceram nos Telejornais pouco mais de 5 vezes, talvez andem a trabalhar muito e não tenham tempo de explicar nada ao país, pois está tudo bem! Existem aqui, algumas excepções. O analfabeto Ministro das Finanças que não sabe fazer contas, talvez sujeito a um exame reprova-se, aumentando assim a percentagem de 70%. A perita no sistema Judicial Português a Ministra da Educação, cada vez que diz alguma coisa assusta o povo. As trapalhadas do Banco de Portugal, minto, não do Banco mas do seu Presidente. E o seu ordenado???
É esta a (des)governação que o PS faz neste país. Mas estas orientações, (não só são prática do Engenheiro(zinho), muito simpático, aliás como outros que por lá passaram) foram dadas por ele pessoalmente a todos os candidatos autárquicos, e como está “Claro”, o nosso não foge à regra.
Querem ver como isto a nível local é verdade?
Este meu amigo (fchavesmelo ), que fazia parte da antiga sociedade Alexandre & Claro, Lda. ( e já agora a titulo de informação, esta irá ser substituída por outra com o nome Claro,Nuno& Companhia, Lda.), a qual esteve no poder 12 anos, vem agora tentar esquecer o passado e “Começar tudo de novo”. Para isso, fez publicar um artigo onde diz muitas mentiras, tais como, a referida sociedade ter deixado todos os projectos que esta Câmara tem vindo a desenvolver. Diga-me quem souber porque com tantas ideias e projectos a prospera sociedade perdeu as ultimas eleições, e com uma margem que não deixa duvidas. Resta-me dizer que era uma sociedade de “IDIOTAS”.
A dada altura o seu artigo contêm afirmações que merecem alguns comentários:
- “Uma cidade com a importância histórica e económica como a que Chaves tem no Interior Norte de Portugal, necessita de políticos que façam das políticas para a cidade importantes instrumentos de crescimento económico e criação de emprego para TODOS os que necessitem de uma oportunidade.”
Com esta constatação, porque em 12 anos não realizaram essas politicas? É agora com esses mesmos políticos que pretendem “Começar tudo de novo”? Será que o povo acredita neles? Alguém se lembra de como era o emprego no tempo do PS?
- “Lamentamos que em Chaves a indústria tradicional esteja a atravessar uma profunda crise. O barro já não é devidamente valorizado. A pulverizada transformação de granitos pouco valor acrescenta localmente. O sector da madeira praticamente desapareceu. O agro-alimentar cinge-se à minúscula transformação caseira de um porco ou dois (e mesmo essa, está em crise). A construção civil teima em não inovar, esquecendo o desenvolvimento de especialidades, como a reconstrução de edifícios em meio rural, a requalificação urbana e novas técnicas de construção”
É este o diagnóstico socio-económico que o PS e suas gentes fazem da região? Não admira, que em anteriores mandatos não tenham feito absolutamente nada e como consequência tenham perdido as eleições.
Lamentavelmente a desorientação destes senhores é total, o seu conceito de desenvolvimento económico é paupérrimo. Não é com a aposta em pequenos nichos de mercado que se pode desenvolver uma região (aliás esses mesmos já se encontram implantados e a funcionar tal como previsto), mas sim com politicas estruturantes e uma aposta forte no comboio da inovação e das novas tecnologias.

Flavius II




publicado por FlaviusII às 15:02
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2005
“ As Jangadas de Pedra “
Nos tempos que correm criou-se o culto de que os outros são culpados ou têm que resolver tudo o que nós achamos que não está bem; então, nos aspectos que dizem respeito à gestão pública, isso é por demais evidente. Centrando-nos no mais importante para nós, o nosso concelho, verificamos que o poder local é pau para toda a colher no que a criticas destrutivas, se refere. Qualquer coisa, seja ela do âmbito da Câmara ou não, esta é sempre culpada e o que mais se ouve logo é “ a Câmara não fez… a Câmara é culpada… a Câmara tinha que …; “Claro” depois existem mentes mais iluminadas que o mais comum dos mortais ( que destes ainda se pode aceitar seja o que for) preocupando-se em transformar logo as coisas mais fúteis em causas de grande importância.
Evidentemente que nesta nossa cidade, tudo o que seja dizer mal sem dar a cara toma logo proporções de grandes causas.
Uma das grandes causas que a cidade recentemente ganhou foi o que eu vou chamar de “As Jangadas de Pedra”, depois de tantos outros nomes que já ouvi, não é mais que algumas das recentes obras realizadas e em realização desta Câmara.
Será que a transformação das Freiras, o Tabulado e os arruamentos estão assim tão mal? Posso até aceitar que, como eu, não se concorde com o projecto arquitectónico, mas isto não passa de uma questão de gosto, agora daí a pôr tudo em causa, é que as coisas se tornam mais graves. Haverá algum problema em transformar-se um pseudo jardim, em que a falta de civismo perdurava e muita gente não respeitava os seus espaços verdes, num largo ou praça para que as pessoas possam circular livremente quando se dirigem às instituições que o circundam? Realizar as mais variadas manifestações, nomeadamente aquelas que são motivadas por acontecimentos importantes para a região? Assistir às mais variadas animações culturais comodamente? Alguma vez existiu ou existe, um espaço central que possa privilegiar estas situações? Não seria uma infra-estruta importante para esta cidade? É “Claro” que as mentes mais brilhantes e iluminadas vem sempre levantar a sua voz com o argumento dos espaços verdes, mas a verdade é que dentro do perímetro central da cidade, existem muitos metros quadrados de espaços verdes que ninguém liga e sobre os quais ninguém se manifesta. O que dizer do Jardim do Bacalhau, das zonas envolventes do Forte de São Francisco, do Jardim Público, e em relação a este, porque não é frequentado? Será que está assim tão degradado que nos envergonha? Só a Câmara é que tem a obrigação de o dinamizar?
Rios de tinta se tem escrito e muitas conversas se tem realizado para invocar aquilo que de mal, se vai fazendo por cá.
Neste concelho vive-se um regime ditatorial e autoritário de tal forma que os responsáveis pela gestão do Município, não colocam os projectos em discussão pública, não realizam sessões públicas de esclarecimento dos mesmos, não informam quem quer ser informado de como os mesmos vão ser executados.
Porque algumas obras, tais como a rua do Olival, a envolvente ao Forte de São Francisco, o empreendimento da quinta do Rebentão, a requalificação do balneário termal, a recuperação do edifício da nova Biblioteca Municipal, não são objecto do mesmo tratamento. Por outro lado, no âmbito da Gestão Financeira, ninguém fala que o orçamento do corrente ano, foi aprovado em Assembleia Municipal sem votos contra. Mais uma vez, se nota que a estratégia é clara e não interessa falar no que está bem.
A indignação é um direito consagrado, tal como afirmava um antigo Presidente da República, e eu quero deixar aqui presente, a minha indignação com aquilo que se passa na política local. Como facilmente podemos constatar, o importante não é trazer para o debate público as “Jangadas” perdidas na imensidão do rio, esquecendo por completo o rio, onde as mesmas navegam.
Neste período que nos vai levar até ao dia 9 de Outubro torna-se pertinente que se debatam as grandes questões estratégicas para o concelho e se ponham de parte, as querelas pessoais e partidárias. Como eu, muita gente gostaria de ver a sociedade civil envolvida no debate das opções estratégicas, é que isto de se realizarem obras não basta, é preciso que as mesmas estejam enquadradas dentro de uma política de desenvolvimento local.
Que futuro nos reserva este concelho? Qual é a finalidade da realização das infra-estruturas criadas? Em que bases do desenvolvimento económico nos vamos apoiar para potenciar a região? Qual o nosso posicionamento face ao desenvolvimento empresarial? Quais as políticas sociais locais? O que fazer para evitar o fenómeno da desertificação?
Temo, que para mal de todos nós, estas e outras perguntas fiquem mais uma vez sem resposta e que o debate se vai fazer uma vez mais ao virar da esquina por pessoas que nem capacidades reconhecidas tem para gerir o seu posto de trabalho, quanto mais para se candidatarem a gerir os destinos da nossa Flávia.



Flavius II
publicado por FlaviusII às 00:21
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2005
O orgulho de ser flaviense!...
Em tempos que já lá vão, existia um caminho de ferro que servia para ligar Chaves ao resto do país. O problema desse caminho é que o contrario também era válido, ou seja trazia tudo o que havia no país e por vezes no estrangeiro até esta cidade, e como a linha não dava ligação para mais lado nenhum, quem vinha até ao fim, acabava por ficar por cá. Ora, como as gentes desta terra eram e são muito hospitaleiras ficavam por cá os bons e os maus que se iam infiltrando na sociedade local e tentando passar a perna aos locais que sempre com bom ou mau gosto o consentiam. Como os tempos deste caminho de ferro já fazem parte das imagens saudosistas do passado o mesmo movimento continua a verificar-se mas agora usando outros meios de transporte, especialmente quando se aproxima o tempo de eleições autárquicas. Os cargos possíveis a ocupar aumentam significativamente e então começam a surgir os chamados “ Pára-quedistas” com todo o respeito que a sua corporação, me merece.
Tal como acontecia no passado, parece não existir nesta nossa terra um sentimento bairrista, entenda-se este bairrismo como orgulho flaviense e o sentir e querer destas nossas gentes na defesa da identidade, que nos pertence. Para alguns de mentes pseudo-abertas, pode parecer mesquinho, ultrapassado, xenófobo e tantas outras coisas que dirão para rebater esta ideia de bairrismo, mas o certo é que ele existe muitas vezes disfarçado ou decimulado.
Ao que parece o velho ditado à semelhança dos tempos já não é o que era, pois aqueles que mandam por cá e voltam a ser candidatos a mandar não são os de cá, mas sim os de fora, senão vejamos:
Dos quatro candidatos a gerir os destinos autárquicos deste concelho, só um é nascido e criado, nesta nossa terra. O candidato da nossa terra apesar de ser uma pessoa com provas já dadas e de com o seu trabalho muito ter contribuído para a melhoria das condições de vida destas gentes, é pouco provável que venha a ser eleito, porque o partido que representa, pouca expressão tem ou mesmo virá a ter nesta região, diga-se que o partido para os mais incautos nisto da politica é o PCP.
Os outros três candidatos PPD/PSD, PS, CDS/PP são aqueles aquém poderemos chamar de “Pára-quedistas”. Algumas vozes se irão levantar dizendo “ o que interessa se não é flaviense? … o que importa é se pode trazer alguma coisa de bom para estas gentes … se calhar é mais flaviense que muitos…”, ora, aqui é que esta a questão, alguém sabe quem eram estes senhores e o que fizeram e se vão propor a fazer de relevante por este concelho?
O candidato do PSD sabemos que no passado foi Sacerdote e depois professor. Do seu curriculum passado nada consta que tenha contribuído ou que tenha exercido influência para o engrandecimento desta região, o que podemos dizer é que actualmente (nos últimos 4 anos) tem gerido os destinos deste concelho, para uns bem e para outros não tão bem. Uma certeza nós temos, teve alguma preocupação em lançar grandes obras ( nova zona industrial, mercado abastecedor, plataforma logística, etc.), umas a ser executas, outras em vias de execução e ainda outras no papel à espera que o governo central as resolva financiar. Todas elas inseridas num plano de desenvolvimento para a região.
No que diz respeito ao candidato do PS, sabemos, que foi um mero professor, também sem que tenha contribuído em nada para a melhoria desta região. A quando da sua passagem pelos doze anos de gestão PS quer como segundo, quer como primeiro elemento nos destinos deste concelho, alguém se lembra de alguma posição, projecto, obra, intenção de fazer, modelo de desenvolvimento que este candidato tenha tornado público. Não devemos esquecer que grande parte destes doze anos tínhamos na câmara uma gestão liderada pelo PS e no governo um senhor (mãos largas), o Eng. António Guterres que distribuía simpatia e generosidade por esse país fora. Como nunca a liderar um partido ganhou nada, não admira que agora queira “Começar de novo” aquilo que nunca fez nem teve coragem de fazer.
Quanto ao candidato do CDS/PP apesar da pouca ou quase nula expressão (em vias de extinção) que este partido tem, também me merece algumas palavras. Este senhor, foi de todos o ultimo “Pára-quedista” a chegar a estas terras. Veio e foi apresentado como o pai dos pobres mas com a ideia de os tornar ainda mais pobres ajudando a arruinar o comercio tradicional a troco da distribuição de meia dúzia de euros e alguns postos de trabalho precários. Nas instituições de maior projecção que presidiu a sua gestão foi totalmente ruinosa quer na empresa privada (da qual eu não vou falar, porque não é meu propósito falar da vida pessoal de ninguém, mas sim da sua vida publica) quer no Grupo Desportivo de Chaves. É com este candidato que podemos contar para gerir os destinos da nossa terra? Terá ele credibilidade para se apresentar como candidato? Como será a gestão, igual à das outras instituições que ele geriu?.
Muito mal vão as gentes desta cidade e nomeadamente a sua política local quando aparecem candidatos destes à liderança dos seus destinos.
Mas não se pense que tudo isto só se passa em matéria de candidatos, existem muitos mais “Pára-quedistas” por aí espalhados por muitos sítios. Um dos cargos mais relevantes da região deveria ser o Presidente da Região de Turismo do Alto Tâmega, lugar de eleição por seis municípios e outras tantas associações representativas do sector. Pergunto, alguém sabe quem é, de onde veio, quais as suas habilitações e o que fez de relevante na vida local ou nacional para exercer tal cargo. O que faz na RTAM? Qual o projecto e em que linhas assenta o nosso turismo? Para que serve tal instituição?

Depois de estes exemplos que apresentei e tantos outros que ainda existem por ventura ainda haverá alguém que me critique e que insista em chamar-me os nomes que anteriormente enunciei, mas eu não me importo, porque sou flaviense de corpo e alma, esta é a minha terra e o meu orgulho, denunciarei e lutarei contra todas estas situações e estou certo que muita gente vai juntar a sua voz a minha.

O orgulho de ser flaviense!...

publicado por FlaviusII às 15:28
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Sexta-feira, 1 de Julho de 2005
Assim reflictamos
Esta semana proponho-vos dois exercícios, um de reflexão e outro de agradecimento, porque passados que estão, 100 dias de cor rosa (PS), este pais mudou radicalmente e tudo agora parece encaminhado no sentido do desenvolvimento, prosperidade e paz social.

Assim, reflictamos:

Por várias vezes, em debates públicos ouvi do actual primeiro-ministro críticas violentas aos seus antecessores:
- Que era politicamente imoral um candidato a primeiro-ministro dizer em campanha que não aumentaria os impostos e depois desculpar-se com a situação para mudar de posição.
- Ser inadmissível "queixar-se" a Bruxelas do défice do país. Referia-se ao défice já verificado e não, como agora, a um défice hipotético.
Tendo criticado o aumento de impostos, principalmente o IVA considerando-o um erro para a economia portuguesa. Agora, não o é?
Considerou inaceitável e irresponsável aumentar a idade da reforma sem novos estudos que fundamentassem essa posição. Agora, tomou essa decisão sem realizar estudos.
Criticou violentamente o seu antecessor pelas nomeações que efectuava nomeadamente para o seu gabinete e a televisão noticiou esta semana, que acabou de nomear 17 secretarias para o seu gabinete. Deixo para vossa reflexão.
Deu como explicações para a sua mudança o aumento do défice de 5% para 6,82%. Mas não referiu que o aumento do previsível défice ( é que este valor de 6,82% é o valor do défice no final de 2005 caso o governo não governasse) reflecte as possíveis variações de redução do PIB.
António Vitorino foi contratado pelo serviço público de televisão para intervir, como comentador, todas as semanas. Perante isto ninguém disse nada.
Seguindo esta linha de raciocínio não é necessário falar de tantas outras promessas eleitorais que não foram cumpridas e dos constantes ataques aos direitos adquiridos dos trabalhadores.

O Presidente da República que disse, que iria estar especialmente vigilante quanto à continuidade das políticas do Governo anterior nos sectores estratégicos. Não será igualmente importante estar especialmente vigilante quanto à fidelidade do actual Governo às promessas eleitorais e que permitiram a significativa mudança política em Portugal?
Em presidências abertas nomeadamente uma sobre a saúde o Sr. Presidente disse que era inconstitucional e injusta a intenção de alterar as taxas moderadoras. Certamente, manterá, a mesma posição, apesar de ainda não o ter dito.


Com tudo isto o que faz o Presidente da Republica... Agora já não existe clima de agitação social (greves dos professores, policias, função publica) … A ministra da Educação ataca um dos direitos mais fundamentais dos trabalhadores, tem afirmações graves sobre o sistema Judicial e não se passa nada… Os polícias estão na rua … O exercito faz ameaças graves… Os economistas estão calados como ratos… O Ministro das Finanças comete erros na elaboração do Orçamento rectificativo ….

Querem maior embuste, que isto?


Bem, agora devemos agradecer;

Tudo isto não se ter passado no governo de Santana Lopes... A forma como a imprensa trata este governo... A paz social vivida actualmente… A paragem no encerramento das fábricas… A diminuição do desemprego… O aumento das exportações…A melhoria notada na saúde… A qualidade sentida no ensino…. O que depois de tudo isto é certo, se o PS não tem ganho e ainda por cima com maioria, não teríamos o Benfica Campeão, o estado do país não estaria tão bom, a seca teria se agravado, os incêndios teriam devastado o país, a moral dos portugueses não estava tão elevada,... . Obrigado PS por tudo isto … .



O que acima é recordado constitui uma pequena ilustração da mudança ocorrida em Portugal, nos últimos meses. Mudança de opiniões, de critérios, de atitudes.
Engana-se quem pensa que isto só se verificou na politica nacional, porque na politica local o PS “Claro” até quer começar tudo de novo, mas com a mesma equipe obsoleta sem atitude e sem ideias. Se não vejamos:

Alguém sabe quem são e o que fazem os actuais vereadores do PS? Qual a sua atitude nas reuniões de Câmara? Limitam-se a votar contra qualquer proposta apresentada pelo actual executivo, sem que para isso a estudem e apresentem alternativas. Quem duvidar, é só consultar as actas dessas reuniões, e até ver qual a atitude publica desses mesmos vereadores.
Alem, de apontar à actual Câmara, através de faixas aquilo que não fez, não informa este povo de quais os seus projectos e as suas ideias para as diferentes situações.
Depois de tantos fóruns realizados, assistidos por alguns poucos filiados e conduzidos por pessoas as quais pouco valor se reconhece para falar dos temas abordados, quais as suas conclusões e qual o beneficio que ira trazer para estas gentes.
Do resultado saído das últimas eleições o distrito a nível de cor de deputados à Assembleia da Republica mudou, deixou de ser 3 deputados PSD e 2 PS para ser o contrário 3 PS um dos quais é Flaviense e 2 PSD.
Pergunto eu, estes deputados da actual maioria não deveriam ser um grupo de pressão junto do governo central, como acontecia no passado?
A nossa deputada (Flaviense) eleita, não deveria colocar-se ao lado do executivo municipal e exercer influência (se é que tem) junto do governo central na defesa dos interesses da nossa terra? Alguém conhece, (que não seja filiado no seu partido) quais são os seus interesses regionais e linhas orientadoras (que não seja o seguidismo partidário) que esta deputada defende?

Deixo-vos todas estas reflexões e questões quer da política nacional, quer da política local, para que possam avaliar quem faz da desorientação política o seu modo de vida e pelo contrário, quem através de uma atitude planeada e consertada tenta encaminhar os destinos quer deste país quer deste município.
Eu sei que aquilo que nos toca mais directamente é a nossa terra e por isso vos digo para olharem para o actual executivo municipal e verem a revolução (no bom sentido ) que está a decorrer, em obras e em novos projectos que certamente a muito curto prazo potenciarão uma melhor qualidade de vida, neste nosso Burgo.



publicado por FlaviusII às 12:43
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