.posts recentes

. Política de Rendimentos p...

. Política de Rendimentos p...

. A CRISE SOCIAL NO NORTE

. A CRISE SOCIAL NO NORTE

. AGENDA SOCIAL

. Desemprego 2006

. O DESGOVERNO DA SEGURANÇA...

. OE 2007 - Assim não saímo...

. Contradições!

. INCOMPETÊNCIA

.arquivos

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

.Visitas
online
Sexta-feira, 6 de Outubro de 2006
REJEITAMOS MAIS ENCARGOS NA SAÚDE
Os Portugueses esperam que o Ministro da Saúde não leve por diante o anúncio de aplicar    taxas moderadoras nos internamentos hospitalares        porque, a acontecer, estaremos em presença de uma decisão profundamente injusta e penalizadora sobretudo das pessoas mais pobres.
 
O argumento do Ministro de que é necessário taxar os internamentos hospitalares para “moralizar” as idas dos cidadãos aos hospitais é, no mínimo, revelador da grave insensibilidade do governante aos problemas da saúde.
 
Ninguém vai a um hospital por prazer e muito menos é internado por divertimento. São os médicos que determinam, face ao estado de saúde ou de doença em que a pessoa se encontra, o seu tratamento hospitalar.
 
O Ministro põe em causa a honorabilidade profissional dos médicos e revela bem a avidez do governo em arranjar receitas, nem que seja à custa de quem se encontra doente e, portanto, quando se encontra mais fragilizado e mais precisa de apoio.
 
Importa referir que não há medidas do Governo que se destinem a ajudar as pessoas e as famílias. Pelo contrário, as decisões políticas têm geralmente sentido único – tornar mais difícil a vida aos portugueses.
 
É preciso parar e revelar algum bom senso.
 
A prática do Governo é arrogante e o seu desprezo pelo programa     e pelos compromissos eleitorais assumidos é total. E a área da saúde é disso exemplo: 
- encerramento de maternidades e de centros de saúde,
- aumento dos medicamentos   e redução das comparticipações,
- agravamento ou criação de novas taxas moderadoras.
 
É urgente dizer ao Ministro da Saúde e ao Governo que as pessoas não estão disponíveis para aceitarem tudo o que venha à cabeça dos governantes e que também há limites para os sacrifícios. O que está a acontecer na saúde é uma vergonha!
 
 
Flavius II
publicado por FlaviusII às 14:17
link do post | comentar | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Dezembro 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
24
25
26
27
28
29
31
.links
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds