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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006
Função Pública Governo não fala Verdade

O governo não diz a verdade quando afirma que há 580.291 funcionários públicos e que no primeiro semestre deste ano houve uma redução de 4.300 trabalhadores na Administração Pública.

 

De facto, em Maio de 2005, o Primeiro Ministro afirmou na Assembleia da República que o governo ia encetar de imediato um processo de auditoria e reestruturação a todos os ministérios, revendo as respectivas funções, orgânica, dimensionamento, recursos e procedimentos.

 

Em Julho de 2005, o Secretário de Estado da Administração Pública, questionado sobre o assunto na Assembleia da República, pelo PSD, reafirmou que o governo mantinha essa intenção e que aquelas auditorias iniciar-se-iam em Outubro de 2005           e finalizariam em Fevereiro de 2006.

 

Até hoje e apesar das  iniciativas legislativas tomadas ou anunciadas, o governo ainda não divulgou os resultados daquelas auditorias, trabalho esse que é seguramente decisivo para o País ficar a saber com objectividade quantos funcionários públicos existem, quantos estão em cada serviço, quantos são necessários, quantos estão a mais ou a menos e o que se deve fazer em função dessas conclusões.

 

O governo também se tem recusado a fornecer aos deputados na Assembleia da República os resultados desses estudos e, de forma atabalhoada, atira com números que não especifica   nem fundamenta, mas que depois têm um tratamento para a opinião pública como sendo dados objectivos.

 

Para essa mistificação dos números, o governo conta com a sua fiel muleta, o Bloco de Esquerda que, como ainda sucedeu no debate parlamentar do passado dia 27 de Julho, apesar de pontualmente criticar o governo, tem por missão central atacar e denegrir as propostas ou iniciativas do PSD e assim dar objectivamente cobertura às políticas do governo.

 

É estranho e incompreensível, que o Primeiro Ministro anuncie na Assembleia da República que vai fazer auditorias aos ministérios e depois não faculte os resultados aos deputados.

 

 

 

Flavius II

publicado por FlaviusII às 10:38
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